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Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 339
Autor: Jorge Henrique Barro

 

A história de Noé é fundamental para se entender o processo de desenvolvimento dos povos e das cidades. Noé teve três filhos: Sem, Cam e Jafé, e “a partir deles toda a terra foi povoada” (Gn 10.19). É a partir desta família que Deus “reinicia” o processo de desenvolvimento de um “novo mundo”. Se é reinício, houve um fim do início. E o que causou esse fim?

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 331
Autor: Jorge Henmrique Barro

É comum se aceitar que o processo de aceleração da urbanização no Brasil se deu a partir de 1950, pois ela só começou quando a indústria se tornou o setor mais importante da economia nacional. A passagem de uma economia agrário-exportadora para uma economia urbano-industrial ocorreu no século 20 e intensificou-se a partir de 1950.

 

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 338
Autor: Jorge Henrique Barro

A palavra “cidade” é mencionada 33 vezes no livro de Apocalipse. Ficam claras nesta narrativa de João duas ênfases: “a grande cidade”, Babilônia, e “a cidade de Deus”, Jerusalém, descritas com riqueza de detalhes.

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 330
Autor: Jorge Henrique Barro

 

Nínive foi uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia, a margem do Rio Tigres. “Ninrode, o primeiro homem poderoso na terra” (Gn 10.8) parte “para a Assíria, onde fundou Nínive”. As cidades conquistadas e construídas por Ninrode tornaram-se centros de poder militar e caracterizadas por serem sanguinárias. Esse homem, cujo nome significa rebelde, tinha um espírito de caçador e matador. No tempo de Jonas, Nínive já possuía 120.000 habitantes (Jn 4.11a).

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 335

Autor: Jorge Henrique Barro

É comum ouvirmos que, se alguém deseja matar a missão, deve construir templos. De fato, temos exemplos no Brasil de igrejas que abriram mão dos templos tradicionais e se estabeleceram em outros lugares (tendas, hotéis, escolas), ganhando assim uma “cara” de peregrinas.

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 329
Autor: Jorge Henrique Barro

70 anos de exílio na cidade da Babilônia estava acabando. Era o fim de um tempo de sofrimento e desprezo. Chega de cantar para os opressores (Sl 137.3). Era hora de se alegrar, encher a boca de riso e a língua de júbilo (Sl 126.2) pela restauração que Deus iria promover ao seu povo, Sião. Em vez de Babilônia (símbolo da cidade do mal) é tempo da nova Jerusalém (símbolo da cidade de Deus). 

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 334
Autor: Jorge Henrique Barro

No dia 31 de outubro de 2011 foi anunciado que o mundo possui 7 bilhões de pessoas. A ONU estima que o planeta terá 9,3 bilhões de pessoas em 2050 e mais de 10 bilhões no fim deste século. A maior parte desse aumento virá 

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 328
Autor: Jorge Henrique Barro

Ele porém lhes disse: “É necessário que eu anuncie o evangelho do Reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado". E pregava... (Lc 4:43-44).

Lausanne 2010 percebeu a importância de destacar as cidades como um dos desafios para a missão. No plenário mostrou a realidade das megacidades. Dedicou um multiplex, Abraçando a missão de Deus global urbana. E uma dos diálogos foi Missão em grandes cidades da América Latina.

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 333
Autor: Jorge Henrique Barro

"Pela bênção dos justos a cidade é exaltada, mas pela boca dos ímpios é destruída" - Provérbios 11.11

Salomão percebeu uma clara relação entre bênção, justiça e cidade. Retidão, honestidade, sinceridade e justiça suscitam bênção e, como consequência, a cidade é exaltada.

Introdução

 

A relação escola-igreja nunca foi fácil e, sendo honesto, não sei se um dia será. Ao longo da história essa tensão é clara. De um lado, a igreja pergunta sobre a relevância e a necessidade das escolas teológicas. Por outro lado, as escolas teológicas criticam as igrejas por sua falta de maturidade bíblica e teológica. Mas na verdade, ambas se precisam e sua relação deve ser de respeito, amor, diálogo e compromisso. São irmãs gêmeas, que mesmo que insistam em se separar, nasceram para viver juntas. Uma precisa da outra.

Artigo Publicado na Revista Ultimato, nº 332
Autor: Jorge Henrique Barro

O que é ser uma igreja para a cidade?

Um centro de hospitalidade. Um espaço onde todos são bem recebidos, inclusive o estrangeiro. Um local de boas vindas, onde as pessoas se sentem em casa. Isso não significa simplesmente ter uma boa equipe sorridente de recepção, mas ser uma comunidade do acolhimento, que demonstra atenção para com as pessoas; ser um lugar onde o solitário encontra amizade, e o confuso, direção. 

Introdução

Nasci em 25 de abril de 1962. Minha família era pobre e no nosso endereço a letra F de fundos insistia em nos acompanhar. Em quase todas as casas que moramos eram feitas de madeiras e algumas com muitas goteiras. Sempre contei com o carinho dos meus pais e irmãos. A pobreza não tem o poder de tirar duas coisas de nós: o amor e a integridade. Uma família simples, mas unida. Hoje percebo o valor da pobreza em minha vida. Percebo que sou um homem mais grato e mais sensível aos que sofrem. Minha peregrinação em missão sem dúvida passa por essa família e por suas circunstâncias de vida. Uma família que sempre ajudou aos mais necessitados e carentes, tendo uma mãe com o coração como de Dorcas, que ao morrer, “todas as viúvas...chorando e mostrando os vestidos e outras roupas que Dorcas havia feito quando estava viva” (At 9:35). Cansei de ver pessoas em casa sendo auxiliados por minha mãe, que ensinava as mulheres simples a fazer roupas, sabão, tomate seco, frutas em compotas e por ai vai.

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